Palestras

Momentos de pensamento compartilhado

Minhas palestras não são motivacionais
— o que não quer dizer que não motivem.
As palestras desse gênero exigem um perfil específico de palestrante e um tipo de narrativa que não são naturais para mim; não retiro seu valor, e respeito quem faz e quem procura. Meu objetivo é que elas motivem, estimulem e abram espaço para reflexão, debate e mudança — e despertem a curiosidade de olhar para a Filosofia, as Ciências Comportamentais, as Ciências Sociais e a experiência prática de forma articulada — campos que mais se enriquecem do que se opõem.

Toda palestra carrega uma forma de ver e de agir no mundo, mesmo quando isso não fica explícito. As minhas não são exceção: são intencionais e têm razões que vão além do tema. Meu interesse é agir positivamente no mundo, e isso exige um ponto de vista — e transparência sobre ele. Por isso, quem contrata recebe, de antemão, aquilo que nem sempre fica claro num produto educacional: as motivações e as razões que estão por trás. Pode não concordar com elas e, ainda assim, achar o trabalho útil para seu contexto e seu momento.

As palestras se dirigem a públicos e organizações diversos — empresas, governos e organizações sem fins lucrativos —, mas compartilham a mesma base, com ênfases próprias conforme o tema: Filosofia, Ciências Comportamentais e Sociais e experiência prática.
A abordagem não é dogmática nem dependente de qualquer cartilha institucional. Essa autonomia não nega a interdependência — pelo contrário, é o que me permite acolher formas diversas de ver e de agir no mundo. Por isso, prefiro, sempre que possível, que o contexto da palestra fique aberto ao debate, ainda que limitado pelo tempo — ao contrário do estilo escolástico, baseado numa autoridade artificial e performática.

Campos de Interesse

Temas Abordados

Filosofia, Ciências Comportamentais, Ciências Sociais e Vivências. As palestras estão organizadas em torno de uma ideia comum: a ação humana é sempre moldada por arquiteturas éticas, comportamentais, institucionais, biológicas e culturais.

Por isso, os temas percorrem organizações, governos, mercados, políticas públicas, tecnologia, trabalho, cultura e vida pública. Em todos os casos, a pergunta central é a mesma: como pensamos sobre e desenhamos ambientes, narrativas, regras, incentivos e instituições que ampliam ou reduzem a agência humana, a ética, a justiça e a dignidade?

Para quem quer sair com mais perguntas do que respostas.

Se a expectativa é uma frase de efeito e um encerramento inspirador, este não é o lugar. Deseja entender o que a ciência sabe sobre como você realmente pensa, decide e age?